quarta-feira

Síndrome do Pânico


 SÍNDROME DO PÂNICO E SUAS IMPLICAÇÕES


Como Psicoterapeuta, tenho experimentado ótimos resultados atuando com a Psicoterapia Estratégica e a Neurohipnose. Instrumentando técnicas com finalidade da dessensibilização dos sintomas e das seqüelas da Síndrome do Pânico.

Normalmente, nos medos decorrentes, percebe-se que a medicação não é tão eficaz. 

Outro ponto importante também: Por causa do comprometimento da autoestima, o paciente fica muito fragilizado, sendo necessário um resgate e um fortalecimento da sua identidade. 
Uma vez que, muitos eventos e tarefas foram fragmentados por conta do sofrimento e desta forma, esse trabalho é necessário para reconduzir o paciente à sua vida normal.

Quando há um "ataque de pânico", parece que de repente, a pessoa sente algumas alterações no corpo, que causam desconforto e medo de morrer de um ataque cardíaco, derrame ou coisa parecida. Neste momento, a pessoa se desconecta do mundo e passa a perceber somente as reações do seu corpo. 
Uma vez, entrando neste contexto do pânico, ela poderá sentir sensações sufocantes como: dor no peito, falta de ar, formigamento nas mãos e passa a acreditar que está tendo um "treco", que são sensações horríveis e reais. 

É muito comum a pessoa sair abruptamente do local e procurar ajuda num pronto socorro.
Sendo um distúrbio psicossomático, o estresse é um dos principais causadores da Síndrome do Pânico, sendo responsável por 80% dessas crises. 
As drogas representam outro enorme fator de risco. Desde os “energéticos”, na realidade estimulantes do sistema nervoso, até, evidentemente, as drogas ilícitas.

A Síndrome do Pânico acomete, principalmente mulheres na adolescência e início da juventude, mas pode ocorrer em qualquer idade ou sexo.

A partir da primeira crise do panico, é comum o medo e a ansiedade antecipatória de ter outra crise parecida. 
A pessoa passa a ter medo de sentir medo e começa a restringir alguns locais ou situações que possam colocá-lo novamente em pânico, é o que chamamos de possível fobia. 

Além desta ansiedade e de várias fobias, o portador também se preocupa em evitar lugares cheios demais, ou muito fechados que não dá para fugir se precisar de ajuda imediata, caracterizando, agorafobia.
Muitas vezes o portador de pânico pode ser visto como uma pessoa medrosa, fraca e às vezes as pessoas não têm muita paciência, principalmente se já foram feitos vários exames e nada foi detectado.



Por exemplo:
A pessoa está numa situação de tranqüilidade. 
Em casa, vendo TV, lendo ou conversando com amigos. 
De repente “aquilo” VEM! Uma sensação horrível de terror, vindo aparentemente do nada, toma conta dela. 
O coração dispara, sensação de sufocação, tontura, tremores, as pernas ficam bambas e ela acha que vai morrer, ter um ataque cardíaco, ficar louca ou perder o controle. Essa sensação terrível, das mais angustiantes narradas pelo ser humano, dura cerca dez minutos entre o inicio e o final. 
É o chamado ataque de pânico. 
Se esta pessoa apresentar um único ataque seguido de medo de ter outro ou se os ataques se repetirem ela desenvolve o Transtorno de Pânico.

Os principais sintomas da Síndrome do Pânico são: 

Taquicardia, sudorese, falta de ar, temor, fraqueza nas pernas, ondas de calor e frio, tontura, sensação que vai desmaiar, ter um enfarto, derrame, pressão na cabeça, sensação que o ambiente é estranho (perigoso), perigo de morte, medo de sair de casa, medo de fazer as coisas mais simples como viajar, dirigir, ir a lugares com muita gente, cinema, feiras e etc.

POSSÍVEIS CAUSAS DA SÍNDROME DO PÂNICO:

O estresse é um dos principais gatilhos detonadores da Síndrome do Pânico, sendo responsável por 80% das crises de pânico. 
As drogas representam outro enorme fator de risco. 
Desde os “energéticos”, na realidade estimulantes do sistema nervoso, até, evidentemente, as drogas ilícitas.
- Reação a um estresse ou situação interna ou externa traumática.
- Predisposição genética
- Abuso de medicamentos, doenças físicas, drogas ou álcool.


TRATAMENTO:

Sem o tratamento adequado, a Síndrome do Pânico é altamente incapacitante.                     A psicoterapia ajuda a trabalhar a ansiedade, as fobias e mudar a atitude perante a doença. O entrosamento e a vontade de se curar do paciente é fundamental para o tratamento. Pode ser necessário também, iniciar um tratamento psicofarmacológico, com antidepressivos e ou ansiolíticos, para tratar os efeitos físicos, provocados pelo desequilíbrio neuroquímico.

                   
                                                Por, Eni Peniche -  Palestrante, Psicóloga e Coach




2 comentários:

Anônimo disse...

Boa noite! Passei p/ todas as etapas q a sra mencionou. É horrível. Ninguém compreende, e acha q é dengo ou estamos querendo chamar atenção. ainda estou me tratando e melhorei muito. Afetuosamente, rosana.

Adelaide disse...

Minha querida Eni; gostaria tanto que todos que conheço tivessem acesso ao seu conhecimento, pois sou uma pessoa privilegiada por ter acesso a vc e cada dia aprender mais e mais. Muito obrigada por permitir que eu sugue um pouquinho do seu vasto conhecimento. um grande abraço no DIA DO ABRAÇO!!!!!